IntroAndava Ele Na Avenida PaulistaSentido Ao Centro Da Cidade SofridaDescalço, Sem Relógio, Lia Uma RevistaE Assoviava Um Rock, Despistando A PolíciaEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaBarba Ruvia Um Dia Foi EleganteCantava E Dançava, Usava DesodoranteAté Que Se Envolveu Com A Tal De LucimarFoi Pai De Quatro Filhos E Vivia No ArEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaEntão Jogado Nessa Vida VulgarSó Perambulando, Não Quis Mais TrabalharSumiu Na Tarde Fria Pra Nunca Mais VoltarDeixando Seus Pimpolhos E Também LucimarEntão Jogada E Espalhada A NotíciaO Papo Agora Era O Tal Do Barba RuviaAté Que Um Dia Alguém ApareceuCom Uma Declaração Que Espantou A PolíciaEu Vi O Barba Ruvia!Tem Certeza!Não Tenho Dúvida!Então Por Favor, Queira DeclararNos Mínimos Detalhes Onde Ele EstáSoloAndava Ele Nas PaulistaSentido Ao Centro Da Cidade SofridaDescalço, Sem Relógio, Lia Uma RevistaE Assoviava Um Rock, Despistando A Polícia!Era Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba RuviaEra Um Homem De Barba Ruvia