IntroVerseTrês Pedra Faz O Fogão No Terreiro BatidoLenha Bruta Estala Forte, Chama O Povo ReunidoO Alho Na Gordura, Já Começa O ChiadoO Tropeiro Vai Chegando E O Passado RelembradoNo Pilão Pisa A Paçoca No Compasso Da ViolaA Sanfona Tão Saudosa, Vez Em Quando Ela ChoraFeijão Gordo Vai Fervendo Na Panela Sem ParadaE A Boiada Se Fartando Feito Rei Na InvernadaChorusQueima Do Alho É Tradição – Nesta Festa Do PeãoNo Calor Desse Braseiro – Mora Um Velho CoraçãoÉ Tropeiro Que Não Morre – Vive Em Cada OraçãoNa Fumaça Perfumada – Dessa Panela De ChãoVerseNão É Só Competição Pra Ganhar Esse TroféupáginaÉ Memória De Peão Que Viaja Céu A CéuCada Equipe Ali Carrega Muito Mais Que TemperoTraz A Honra De Um Povo E O Sangue Do TropeiroA Fumaça Sobe Alta Parece Reza No ArA Comitiva Quando Vê Quase Chega A AjoelharO Berrante Que Gritava Agora É Só CalmariaÉ Muita Comida Boa Para Toda CompanhiaChorusQueima Do Alho É Tradição – Nesta Festa Do PeãoNo Calor Desse Braseiro – Mora Um Velho CoraçãoÉ Tropeiro Que Não Morre – Vive Em Cada OraçãoNa Fumaça Perfumada – Dessa Panela De ChãoBridgeE Quando A Viola Chora_Na Boca Da EscuridãoO Cheiro Do Alho Queimado Vira Benção E CançãoPorque Antes Do Rodeio, Antes Do Aplauso E Da LidaTem Fogão Feito No Chão Sustentando A Nossa VidaChorusQueima Do Alho É Tradição – Nesta Festa Do PeãoNo Calor Desse Braseiro – Mora Um Velho CoraçãoÉ Tropeiro Que Não Morre – Vive Em Cada OraçãoNa Fumaça Perfumada – Dessa Panela De Chão